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SOBRE

         Além de compor um registro histórico de um período tão peculiar, este projeto também se propõe como registro de memória. Historicamente pessoas negras foram, e ainda são, silenciadas ou marginalizadas na produção de sua própria experiência de vida, trabalho, construção de identidade, relação com o território, entre outros aspectos. Diante disso, esta revista é erguida com o desejo de reparar, reconstruir, resgatar e recontar essas histórias, sobretudo através da palavra-poder das mulheres do campo, que sustentam dia a dia o peso da rica vivência agroecológica. Nesta edição inaugural trazemos a realização de entrevistas com Lourdes Alves (Lurdinha) e Antônia de Fátima (Toinha), duas agricultoras e feirantes negras do sertão central cearense, de Quixadá e Quixeramobim, respectivamente.
         Dessa forma, apresentamos um material bibliográfico e visual sobre este fenômeno social, que compreende a experiência agroecológica de mulheres negras e sertanejas durante a pandemia de Covid-19 no sertão cearense. Ao mesmo tempo reafirmamos laços com a ancestralidade e demonstramos preocupação com aqueles que estão por vir. Produzimos, assim, uma fonte/acervo pensando as futuras gerações, a fim de evitar o esquecimento de vidas que importam, para que se tenha um lugar para olhar quando não se sabe mais para onde ir, para que não passe em branco histórias de Lourdes e Toinhas, mulheres que mudam o mundo a partir dos seus quintais.

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Realização
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apoio
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