As residências artísticas são lugares de troca que permitem relacionar-se para produzir. Propomos formas ampliadas de atender a uma necessidade de repensar os processos de formação para produção de trabalhos que façam conexões com as linguagens performáticas e interventivas nos usos do corpo num espaço de livre acesso. Espaços que fazem parte de um uso cotidiano coletivo. Propomos um deslocamento do corpo para estes lugares para discutir o espaço público da cidade. O que ele nos diz sobre a cidade e seus habitantes? Que tipo de relação podemos estabelecer entre eles? Seria uma relação afetuosa, onde nossas memórias evocam certas sensações? Ou será que já não percebemos e sentimos nestes lugares?


Acreditamos na força deste tipo de ação, e vemos a cidade como palco para estabelecer conexões entre quem passa, quem fica para observar e o espaço em que se intervém. Passar várias vezes pela mesma rua e perceber novos fluxos, pessoas que atravessam, trafegam, uma nova cor, uma casa que antes não tínhamos visto, formas de pensar a intervenção além de um lugar único do indivíduo,  mas numa construção de uma experiência coletiva que permita rever estes espaços da rua por uma perspectiva sonora ou por uma série de imagens e ações.


Convidamos você para conhecer de perto os processos que passamos para construir as vivências artísticas desta Residência. Este é um convite para conhecer artistas locais, seus trabalhos e propostas para pensar a cidade, os corpos, as identidades, e metodologias para o ensino das artes visuais. 

Sejam todes bem vindes. 

Por Elen Andrade
 

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